O Banco do Estado de São Paulo (Banespa), estava passando por um período expansivo, então decidiu erguer o edifício porque necessitava de uma sede maior. A idéia inicial do engenheiro e arquiteto responsável Plínio Botelho do Amaral , adaptado pela construtora Camargo & Mesquita era construir um edifício na Praça Ramos de Azevedo, mas teve sua idéia mudada para a rua João Brícola porque foi decidido que o local não era apropriado porque ficava distante do centro bancário da cidade. O Banco então comprou prédios em torno do local escolhido para ser demolido e dar lugar ao novo Edifício então chamado de Crédito Hipotecário e Agrícola do Estado de São Paulo.
As obras começaram em 19 de setembro de 1939, duraram oito anos, sendo interrompida pela Segunda Guerra Mundial. A inauguração aconteceu em 27 de junho de 1947, o projeto era de que o prédio fizesse uma referência ao Empire State Building, localiazado em Nova Iorque.
Os 161,22 metros de altura, trinta e cinco andares, acabamento em mármore, tacos de ipê, jacarandá e fachada revestida com pastilhas de porcelana deram ao Edifício por vinte anos o título de mais alto prédio de São Paulo. Em 1948, foi considerado a maior estrutura de concreto do mundo pois os demais prédios, tal como Empire State Building, era de estrutura metálica. Desbancou também o Edifício Martinelli que foi considerado o maior arranha – céu de São Paulo por dezoito anos. Em 1960 teve o nome mudado para Edifício Altino Arantes para homenagear Altino Arantes Marques (29 de setembro de 1876 — 5 de julho de 1965), deputado federal em 1906, 1911, 1921 e deputado constituinte em 1946 e o primeiro presidente do Banespa.
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